
Em resumo 26
No meu tempo de jornalista só encontrei três árbitros com simpatia pelo Sporting Clube de Portugal. Um era natural de Coimbra, outro de Lisboa e outro de Miranda do Corvo. Colaborador que fui desde 1988 e redactor de 1997 a 2006, acompanhei equipas leoninas de todos os escalões: Infantis, Iniciados, Juvenis, Juniores, Equipa B, Lourinhanense e Equipa A. Além dos quatro míticos campos de Lisboa (Luz, Restelo, Tapadinha, Alvalade) estive em Bolonha, Ponta Delgada e Câmara de Lobos. Nos arredores de Lisboa vi jogos em Pina Manique, Odivelas, Pontinha, Olivais, Sintra, Oeiras, Cascais, Queluz, Ponte de Frielas, Alverca, Estoril, Camarate, Sacavém, Lumiar e Fanhões. Olhando para o Mapa lembro viagens a Braga, Porto (Antas, Bessa e Pasteleira), Viseu, Mortágua, Fundão, Coimbra, Figueira da Foz, Silvares, Cantanhede, Louriçal, Pombal, Leiria, Marrazes, Marinha Grande, Picassinos, Caranguejeira, Cernache do Bomjardim, Entroncamento, Cartaxo, Abrantes, Santarém, Almeirim, Nazaré,Rio Maior, Benedita, Peniche, Lourinhã, Caldas da Rainha, Mafra, Torres Vedras, Sarilhos Pequenos, Barreiro, Setúbal, Alcochete, Montemor-o-Novo, Évora, Corroios, Seixal, Amora, Cova da Piedade, Beja, Portimão e Faro. Isto além de Barroca d´Alva onde passei muitas manhãs de Domingo. Uma conclusão a findar: os árbitros são sempre influentes e algumas vezes são decisivos. Para uma equipa leonina vencer tem que ser sempre superior a duas; o adversário e a arbitragem. Em resumo: só encontrei três «leões».
José do Carmo Francisco, escritor
