
MANUEL BARATA cidade / aldeia
Castelo Branco e Mata Diário/Memórias
Manuel Barata (n.1952) nasceu duas vezes: para a Vida na Mata, para o Mundo em Castelo Branco- Não é de estranhar que o livro tenha essa dupla inscrição. O volume tem 119 páginas (Edição RVJ, Capa João Leitã0o, Design André Antunes) e a primeira entrada é de 1-11-1994 sendo a última de 4-9-2024 ou seja trinta anos de registo entre o rigor e o afecto, entre o particular e o geral, entre o privado e o público. Na página 71 podemos ler, escrito em 15-4-2015 o seguinte: «Apesar das muitas desilusões, o 25 de Abril continua a ser uma das datas masi importantes da minha vida E por isso, com a força de sempre, digo 25 de Abril sempre!». Manuel Barata alinha xom este seu contributo numa tradição que vem de Miguel Torga, Vergílio Ferreira, José Saramago, ;arcello Duarte Mathias, Vergílio Alberto Vieira – entre outros. Henry Miller (1891-1980) em «The books in my life» afirmou «Fiction is always closer to reality than fact». O apoio à edição da Câmara Municipal de Castelo Branco e das Juntas de Freguesya da Mata e de Escalos de Baixo confirmam a ideia de Walter Benjamin (1882-1940) «Uma das principais responsabilidades do Homem é revekar o esquecido» Aqui está a prova.
José do Carmo Francisco, escritor
