Cada dia, uma página. Cada página, uma lua. Cada lua, o Álamo.
Each day, a page. Each page, a moon. Each moon, Álamo.
Palavras sobre Álamo Oliveira – Words About Álamo

Morreu um homem que gostava de rir das coisas sérias e chorar com as coisas divertidas. Escritor da inteligência, da emoção e do erotismo. Do verbo bem desenhado, da verve feita literatura e do comentário com acerto. Um homem que sabia que na vida circulam, e passo por um dos seus títulos, muitos perfumes e venenos. A última vez que o vi foi em Santa Maria. Morreu um escritor do seu Raminho, da sua Terceira, dos seus Açores, das suas emigrações açorianas e do mundo que lhe abria todas as curiosidades. Álamo Oliveira.
Nuno Costa Santos, escritor
Não tenho palavras para descrever a minha tristeza. Devo muito ao Álamo. Sou infinitamente grata á sua amizade e a tudo o que aprendi com ele. Reverencio a sua vida e inclino-me ao seu saber. Sou uma fã incondicional dele. Da sua seriedade e do seu rigor, do seu sorriso e das suas graças. Nada mais será como dantes.
Gabriela Silva, escritora
Havíamos de estar juntos no Inverno, para o episódio terceirense de “Mal-Amanhados – Continente Ilhéu”, mas o destino levou o homem para onde a eternidade aguarda o poeta, escritor e dramaturgo.
Luís Filipe Borges, escritor
“Silêncio. Morreu um poeta… “ como diz a canção. No caso do Álamo morreu o poeta! Com saudades da sua simplicidade que nos legou uma obra vasta, diversa e contundente. O génio anda a par da humildade. Até sempre poeta!
Claudia Cardoso, escritora
Words about Álamo Oliveira
A man who liked to laugh at serious things and cry at funny things has died. A writer of intelligence, emotion, and eroticism. Of well-crafted words, literary verve, and accurate commentary. A man who knew that life is full of many perfumes and poisons, to quote one of his titles. The last time I saw him was in Santa Maria. A writer has died, a writer of his Raminho, his Terceira, his Azores, his Azorean emigrations, and the world that opened up all his curiosities. Álamo Oliveira.
Nuno Costa Santos, writer
I have no words to describe my sadness. I owe so much to Álamo. I am infinitely grateful for his friendship and everything I learned from him. I revere his life and bow to his knowledge. I am an unconditional fan of his. Of his seriousness and rigor, his smile and his grace. Nothing will ever be the same again.
Gabriela Silva, writer
We were supposed to be together in winter, for the Terceira episode of “Mal-Amanhados – Continente Ilhéu.” Still, fate took the man to where eternity awaits the poet, writer, and dramaturgist.
Luís Filipe Borges, writer
“Silence. A poet has died…” as the song says. In the case of Álamo, the poet has died! We will miss his simplicity, which left us a vast, diverse, and powerful body of work. Genius goes hand in hand with humility. Farewell, poet!
Claudia Cardoso, writer
