Cada dia, uma página. Cada página, uma lua. Cada lua, o Álamo.
Each day, a page. Each page, a moon. Each moon, Álamo.

Há poetas que escrevem sobre o mundo — e há poetas que se tornam parte da sua geografia. Álamo Oliveira foi essa voz: vulcânica e terna, lírica e lúcida. Não descrevia apenas a ilha — era a ilha — nas suas perguntas, nos seus exílios, nos seus silêncios e gritos. Agora que o arquipélago o chora, acendemos trinta luas em seu nome, uma por cada dia, por cada verso, por cada história que nos deixou.
Este projeto de trinta dias em memória de Álamo Oliveira (1945–2025) é uma homenagem ao poeta das ilhas, do exílio, da resistência e da profunda humanidade. A cada dia, partilharemos poemas, reflexões, testemunhos e excertos escolhidos da sua vasta obra. Vozes dos Açores e da diáspora juntam-se para lembrar não apenas o escritor, mas o amigo, o mestre, o faroleiro da nossa memória comum. Não é um adeus — é a celebração do eco que fica.
Álamo Oliveira foi mais do que um poeta — foi a consciência de um arquipélago, a voz dos que partiram e dos que ficaram. Durante trinta dias, convidamo-lo a caminhar connosco pelas suas palavras, a sua memória, e a sua luz. Todos os dias partilharemos homenagens, versos escolhidos, reflexões e mensagens de escritores, leitores e amigos de todo o mundo.
➡ Convidamo-lo — onde quer que esteja — a enviar as suas palavras, excertos preferidos, memórias ou poemas inspirados em Álamo Oliveira.
📧 Envie para: alamo.tributo@gmail.com ou identifique-nos nas redes sociais com #TrintaLuasÁlamo
Recordemos — não em silêncio, mas em palavras partilhadas.

Some poets write about the world, while others become part of its geography. Álamo Oliveira was one such voice: volcanic and tender, lyrical and lucid. He didn’t just describe the island; he was the island — its questions, its exiles, its silences, its cries. Now, as the archipelago mourns his passing, we light thirty moons in his name, one for each day, each verse, each story he left behind.
This thirty-day in memoriam project pays tribute to Álamo Oliveira (1945–2025), a poet of the islands, of exile, of resistance, and of deep humanity. Each day, we will share poems, reflections, testimonies, and selected excerpts from his vast body of work. Voices from the Azores and its diaspora come together to remember not only the writer, but the friend, the mentor, the lighthouse keeper of our shared memory. This is not a farewell — it is a celebration of the echo that remains.
Álamo Oliveira was more than a poet — he was the conscience of an archipelago, the voice of those who left and those who stayed. For thirty days, we invite you to walk with us through his words, his memory, and his light. Each day, we will publish tributes, selected verses, personal reflections, and messages from writers, readers, and friends from around the world.
➡ We invite you — wherever you are — to send your thoughts, favorite excerpts, memories, or poems inspired by Álamo Oliveira.
📧 Send them to: alamo.tributo@gmail.com or tag us on social media with #TrintaLuasÁlamo
Let us remember — not in silence, but in shared words.
(cartaz no começo deste texto de uma obra de arte do talentoso Rui Melo)
